Miklos querido!

Que alegria receber seu livro.
E mais alegria ainda ao me deparar com sua poesia descontraída e séria!
muito legal você comentar seu trabalho colocando-nos dentro de uma
intimidade ainda maior que o poema. Uma delícia! Parabéns!
muito agradecido!

Abração. Mo (Moacir Amaral)


Caro Miklos,

Andei pensando muito em você nesses últimos meses, e o motivo é muito simples. Quando voltei de minha linda viagem para a França com minhas filhas seu livro estava aqui me esperando. Foi com grande prazer e com grande emoção que li seus poemas. Li tudo muito rápido e em pouquíssimo tempo cheguei ao fim. Foi uma ótima experiência, mas não quis naquele momento te escrever nada. Precisava de mais tempo, de mais tranqüilidade. Sentia que deveria reler os poemas, e desta vez com muita calma, sem quere chegar assim rapidamente ao fim do livro. E assim tem sido. Tenho lido um poema um dia, outro depois de uma semana ou duas e tenho deixado eles entrarem naturalmente ……… Tem sido ótimo. Alguns poemas logo de início tiveram um impacto muito forte como o “poema sem fim”, “o tempo”, “o obstinado”, “a resposta doze anos depois” e tantos mais. Outros acabaram me tocando mais depois de um tempo, como “a criança divina…” e os da Parte III. E claro fica sempre presente essa beleza meio etérea e ao mesmo tempo quase tangível dos poemas devotados ao Sai Baba.

Grande abraço

Sergio


Oi Miklos,

voltei pro meu Ceará lendo seu livro. QUE DELÍCIA!!!
Sorri, chorei, identifiquei-me. Maravilha!

Agradeço por desvendar sua alma de forma tão linda e ir partilhando aos bocados, como uma comida saborosa que a mãe, ou quem sabe a vó da gente vai colocando na nossa boca, com as próprias mãos. É um gosto que nunca mais se esquece. É um carinho! Um convite a alimentar-se com algo mais profundo que a própria comida. Seu livro é assim: um convite à vida!!

Que assim seja!!!

beijos
Kelma


Om Miklos,

finalmente comecei a ler o seu livro. Estou gostando muito e achei muito bom os seus comentários após cada poema. Este fato nos informa quem era vc e como vc se sentia naquele momento da sua vida. Achei muito bonito e de muita coragem o compartilhar das suas experiências com o seu leitor.

Te agradeço pelo privilégio e gostaria de honrar a liberdade que vc expressa com essa atitude.

Om Shanti

Sandra Tonini


Querido Miklos,

Recebi os dois exemplares de seu livro, muito obrigada. Eu li a carta que você escreveu para você mesmo e respondeu após 12 anos. Que ideia fantástica, que textos lindos! Adorei!

Eva.


Miklos Burger é poeta singular, seu estilo é ímpar; sua maneira de ser, invulgar; sua personalidade, marcante. Seus versos impressionam pela profundidade dos conceitos emitidos e da filosofia que encerram; às vezes curiosos ou jocosos ou questionadores; às vezes axiomáticos ou paradoxais ou simplesmente belos. Sua linguagem, ora abstrata ora concreta, abriga sempre perspicácia, amor e sabedoria.

Miklos desenvolveu paixão pela poesia que pode tocar o sentimento do menos sensível ouvinte ou leitor.

Miklos expressa sensatez nos juízos que emite, sem radicalismo ou excesso. Sua prosa é poética; seu falar espontâneo. Sabe ouvir, compreende, considera o próximo.

Este livro faz parte de sua vida; sua vida é parte deste livro, que se destina a jovens e adultos, sábios, ignaros e ingênuos, e muito propriamente também a mim e a você, caro leitor.

O editor (Helvécio Meira)


Oi Miklos

Inicialmente quero te agradecer pela dedicatória em seu livro, pois para alguém que tem poucos amigos e estes cabem numa mão, recuperar um mais me enche de alegria.

Agora ao prometido, E L O G I O S…….

Bem não vou me deter em coisas de estilo e estética, pois não sou do ramo, mas sim as coisas que me tocaram.

Posso dizer que, com esta leitura, vislumbrei alguns dos fragmentos de sua alma e de sua visão do mundo, que mostra desde sempre um inconformismo com as injustiças do mundo e um enorme coração que serve com bússola em todos seus movimentos.

Sou pouco de poesia, mas as que me tocaram foram: O Obstinado na qual me identifiquei muito com a busca de um objetivo, talvez com um senso melhor de direção, e a outra foi O Outono onde a maturidade melhora nossa compreensão da vida e de nós mesmo, apesar dos cabelos branquearem , mesmo que estes não aparecem na foto do livro.( photoshop ???)

As prosas me agradam mais, e na Anima se percebe uma profunda intimidade com a alma feminina, que, para quem não teve muitas irmãs ou filhas, deve ser devido a alta kilometragem.

Para mim o ponto alto é a carta Daqui a a doze anos e sua resposta, onde o olhar na vida com a medida do tempo, a espectativa da virada do século e a torcida no que esta por vir, demostra somente nosso apego e sofrimento . Depois descobrimos que o segredo é viver cada dia sem grandes espectativas e isto não é nada fácil

Meu amigo, voçe definitivamente tem o dom da escrita,com um conteúdo de quem mergulha profundamente na compreensão dos mistérios da alma e consegue transmitir suas emoções e sentimentos com uma clareza impressionante. E esta é a parte mais difícil, pois para todo nós existe uma enorme confusão nos nossos sentimentos e uma dificuldade em conseguir esta clareza.

Nã se preocupe em agradar a todos, com todas as poesias ou prosas; algumas tocaram alguns, outras tocaram outros e, como seu editor disse, algumas coisas belas outras menos belas. O importante é que você é capaz de tocar a muitos.

Com certeza O Buscador teve ter grandes lances e estou ansioso para desfrutá-lo.

Um grande abraço do seu amigo e agora fã.

Abrão


Preciso te contar que comecei uma reforma geral na minha casa – resultado – estou mexendo em TODAS as gavetas!!! Numa delas encontrei teu livro Poeta (é isso??) e resolvi dar “uma olhadinha” porque a arrumação me esperava. Fiquei MUITO tempo lendo, absorvendo palavra por palavra e quero te dizer que uma emoção infinita tomou conta de mim… Chorei por muito tempo com tudo que escreveste… Muito obrigada meu amigo por tanta sensibilidade e por compartilhares conosco.

Um grande abraço para ti e Marjorie e até março.

Diná


Sobre O Poema.

Foi no dia 5; cativa ainda da Transmissão, ao final da tarde dei uma saidinha – gosto de lugares públicos, com mesas para a rua, em finais da tarde; antes de sair de casa, levei O POETA.

Li como se estivesse ouvindo alguém que fala de si. E de tantos!

Cheguei ao Criança Divina do Espírito. O peito cresceu, os olhos marejaram… – um sinal.

Logo minha meu Porto e minha pizza chegaram.

Dia seguinte, final da tarde também, abri-me para o SOLTANDO (comprei vários cds). Antes, porém, reli O Poema, frente a uma foto de Minha Criança, com seus 5 anos de idade. Conseguia, no máximo, ler um só verso de cada vez, tomada por profundas emoções… Isto foi ontem, dia 6.

De lá para cá, faça o que faça, quase que ininterruptamente, sou arrastada por sentimentos que nem rostos têm… Solto-as. E se estou em lugar público, solto-as… internamente.

Compreende – sei que compreende… O POEMA tão bem diz… – o que experienciei?

Este e-mail objetivamente quer retribuir, com gratidão, a Christine, à Transmissão e a você, todos Canais de Amor e Luz.

Quero que saiba e, se possível, que diga à Christine que no dia 3 algo forte aconteceu com meu ouvido direito, fugaz mas o suficiente para sentir que ele se destampava. Pois, quando vivenciei o SOLTANDO, ontem, assim que terminei de vivenciar O POEMA, todo o cd ouvi-o com o ouvido direito. E apenas com ele. Claramente. (*)

Finalizo, certa de que você sabe, com todas as letras, o que me está acontecendo; não estaria onde está se não tivesse entrado Neste Mesmo Dadivoso Atalho.

Com o melhor de mim,

Mouna